Mãe. Aquela que me aguentou nove meses em sua barriga, aguentou meu peso e quando nasci fez minhas vontades, aguentou meus choros e me deu leite. Agora estou aqui, um pouco distante, meus olhos concentrados no relógio, contando as horas e minutos para te ver, te encontrar e dar aquele abraço mais confortável do mundo. Sim, sinto sua falta, pois você é minha mãe e isso ninguém tira de nós, você sabe. E você sabe o tanto que eu te amo, nosso amor, tão grande e bonito, ninguém destruirá, nem as brigas e nem nada. Você pode até me deixar nervosa com seus ataquezinhos de estresse às vezes, mas sei que tudo tem seu motivo e você só faz ou fala as certas coisas porque além de tudo quer meu bem. Eu, você e todo mundo sabe que toda mãe ou pai faz coisas absurdas por amor e por carinho, para o melhor de seus filhos, não é?!
Enfim, eu quero que me entenda, que apesar de tudo eu amo muito você, é muito mesmo. E queria muito voltar no tempo e aproveitar nós todos unidos. Não tenho muita lembrança, era tão pequenina, mas eu me lembro de poucas coisas, nós quatro, apenas nós quatro... Foi tudo muito bom! Sinto falta do seu abraço, sua preocupação à noite, de te gritar quando tinha medo e deitar-me ao seu lado até dormir, de você me acordar com um baita café da manhã na cama ou apenas com um beijo na minha face, sinto falta até de você brava e dou risada disso. Por isso gosto de ir aí sempre, para relembrar todos os momentos, sei que nunca, mas será a mesma coisa, mas não importa, é realmente não importa. O que importa é o tamanho desse amor e carinho que temos uma pela outra.
Amo você, quero sempre poder te dizer isso e ouvir o mesmo de você.